domingo, 31 de janeiro de 2016
sexta-feira, 29 de janeiro de 2016
Você está em paz? (Ito Siqueira)
Há alguns dias o médico conversou comigo acerca das complicações relativas ao tratamento da leucemia. Logicamente que existem riscos e complicações num tratamento de uma doença como essa. Após ter falado tudo perguntou se havia ficado alguma dúvida. Eu disse que não. Naquele mesmo momento ele olhou para mim e disse: “Você não está com a cara de quem está preocupado”. Respondi: “De fato não estou preocupado, estou em paz. Na verdade confio que Deus está à frente de tudo, não tenho motivos para ficar preocupado”.
Em Romanos 5:1 a Palavra do Senhor nos ensina que “sendo pois justificados pela fé, temos paz com Deus por nosso Senhor Jesus Cristo”. Ou seja, a paz não depende de nós. Ela nos é concedida por meio do sacrifício de Jesus, e esse já foi realizado. Agora podemos desfrutar dessa paz.
Se você não conhece a Cristo, se ainda não colocou sua vida nas mãos dEle, certamente não tem desfrutado dessa Paz. A Paz é de Deus, nós apenas podemos usufruir da mesma a partir do sacrifício feito na cruz. Jesus entregou sua vida por nós. Deus deu seu único filho para que todo aquele que nele crê, tenha a vida eterna. Você também pode desfrutar dessa paz em Cristo, para isso precisa dar um importante passo de entregar sua vida a Cristo. Pode parecer algo complicado ou mesmo difícil, mas na verdade é um ato de confiança. Creia no seu coração e entregue sua vida nas mãos dEle.
Podemos aprender muito com os ensinamentos do pai da fé, Abraão. Em Romanos 4:20-25 aprendemos que precisamos ter fé.
“20 Mas Abraão nunca duvidou. Ele acreditava em Deus, e a sua fé se fortaleceu até, e pôde assim louvar Deus por essa bênção ainda antes de ela se concretizar. 21/22 Ele estava certíssimo de que Deus era poderoso para cumprir tudo o que tinha prometido. E em razão da sua fé, Deus considerouo justificado.
23/25 Ora acontece que esta afirmação de ser aceite por meio da fé não foi feita só em benefício de Abraão. Ela também é para nós, os que cremos em Deus que ressuscitou da morte Jesus nosso Senhor; o qual foi entregue à morte por causa das nossas transgressões e ressuscitou para que pudéssemos ser considerados justos aos olhos de Deus.
Você pode começar a desfrutar dessa Paz agora mesmo. Aceite a Jesus em seu coração.
Um amigo me perguntou como eu podia acreditar nessas coisas. Felizmente tudo isso é fruto de uma experiência vivida. Não é algo que está na Bíblia e por isso eu acredito, na verdade eu experimento dessas verdades em minha vida. São realidades para mim e pode ser também para você. Experimente também.
Em Romanos 5:1-8 podemos ver:
1/2 Sendo, pois, declarados justos pela fé, temos paz com Deus, devido ao que nosso Senhor Jesus Cristo fez por nós. Pois em razão da nossa fé, temos direito a esta graça, e em confiança nos regozijamos pelo dia em que partilhamos da glória de Deus.
3/5 E também nos regozijamos nas tribulações, porque sabemos que ensinam a persistência. Depois a persistência fortalecenos o carácter, e ajudanos para que a nossa esperança se torne forte. E nessa esperança não ficaremos desiludidos, pois sentimos o amor de Deus nos nossos corações pelo Espírito Santo, que ele nos deu.
6 Quando nos encontrávamos sem possibilidades de sair da situação de pecadores culpados, Cristo veio, no momento oportuno, e morreu por nós, pecadores. 7 Mesmo que fôssemos justos, poderia ser talvez que alguém viesse a morrer por nós; não é vulgar que alguém morra por uma pessoa boa. 8 Mas Deus prova o seu amor para connosco em que Cristo morreu por nós, sendo nós ainda pecadores.
Não espere para amanhã. Tome essa importante decisão ainda hoje.
Deus o abençoe
Ito Siqueira.
domingo, 24 de janeiro de 2016
sexta-feira, 22 de janeiro de 2016
SEMEAR A PAZ
“Se quisermos ser semeadores
da paz, precisamos primeiro confrontrar nossas feridas e a escuridão em nossos
corações. Senão, estaremos sempre culpando outras pessoas pelos nossos
problemas, em vez de olhar para nós mesmos”.
(Em Busca de Francisco, de
Ian Morgan Cron, p. 125).
ORAÇÃO E A DINÂMICA DA VIDA
Oração não é uma prática circunstancial. Oração é devoção
– sentimento religioso próprio de quem vive uma experiência de caráter
permanente. O substantivo fomenta o verbo devotar, de que se inferem o
oferecimento em voto, a dedicação, a consagração, o tributo. Essas acepções percorreram
toda a Idade Média sem descurar de seu sentido estrito, rigoroso e exato. Transcendem
épocas, nutrindo a adoração de sucessivas gerações. São hoje ainda pertinentes.
Oração é, assim, o comportamento do cristão. Independe do
momento. Está no espírito da comunhão divino-humana. Pode ocorrer a qualquer
hora, em qualquer circunstância, pois que é prática do espírito. Se nessa
prática nós desvanecemos, nalguma ocasião, o Espírito não apenas nos induz,
como nos ensina a orar da forma como convém (Rm 8.26). Fá-lo com a força das
próprias entranhas, é assim que Paulo expressa seu empenho e seu afã de nos
tornar orantes naturais.
A lógica nos leva a mais uma inferência: é aí que a alma
se desnuda diante de Deus. Derrama-se. Desvencilha-se de quaisquer óbices.
Faz-se oblação. Permite-se perscrutar até os limites últimos. “Como poderia eu
ausentar-me do teu Espírito?” – indaga o salmista Davi (Sl 139). Aquele que
sonda nossos corações e pesa nosso espírito, também conhece nossos
recônditos... Ele vai aonde não vamos e penetra naquilo em que nem nós mesmos
nos conhecemos.
Que nos resta, senão prostrar-nos diante dele, em absoluta
e desimpedida genuflexão, sem as amarras do tempo, sem as demandas
neurotizantes da vida moderna, nos grandes centros? Ora bem quem ora sempre,
aquele que tem em si essa vocação. É a oração no espírito, a verdadeira oração,
na qual, por vezes, o Espírito fala mais que o homem. É nesse nível de comunhão
com o Altíssimo que todas as posturas formais e toda preocupação estética se
diluem.
Em suma, oração é Deus presente em nossa postura
adoradora. Ninguém é solitário enquanto ora. Assim, podemos afirmar que a
prática da oração não é pontual, pois é comunhão com Deus. Lembra-nos a
asseveração dos chamados psicólogos da religião, que um cristão amadurecido ora
não para pedir alguma coisa, mas para comungar com Deus.
Pois, oração não pode ser prática de gente apressada...,
acossada pelas circunstâncias. Orar é estar com Deus. É descansar em Deus. É
debruçar-se nos braços do Senhor e aí ficar. É senti-lo num aconchego de Pai. Oração
faz-se com a dinâmica da vida. É sua demanda principal.
Recife,
26.09.2015
Válter Sales
domingo, 17 de janeiro de 2016
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